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Cyro de Mattos
Página publicada em: 09/08/2014
Autor premiado e consagrado pela Crítica. Dono de estilo denso e labiríntico. Legítimo representante do que há de melhor na narrativa produzida na região cacaueira do sul da Bahia. Segundo Alceu Amoroso Lima, Cyro de Mattos tem uma "extraordinária capacidade de dar aos aspectos mais típicos da realidade nacional, em estilo profundamente impregnado da nossa fala brasileira, a revelação de um escritor visceralmente nosso... admirável ficcionista".
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Nasceu em Itabuna, em 31 de janeiro de 1939, filho de Augusto José de Mattos e Josephina Pereira de Mattos. Primeiros estudos na cidade natal. Completou o curso ginasial no Colégio Maristas, em Salvador, e fez o curso clássico no Colégio da Bahia (Central). Diplomado em advocacia pela Faculdade de Direito da Universidade Federal da Bahia, em 1962. Como universitário, dirige o jornal “A Palavra”, do Centro Acadêmico Ruy Barbosa.

Completou o curso ginasial no Colégio Maristas, em Salvador, e fez o curso clássico no Colégio da Bahia (Central). Diplomado em advocacia pela Faculdade de Direito da Universidade Federal da Bahia, em 1962. Como universitário, dirige o jornal “A Palavra”, do Centro Acadêmico Ruy Barbosa. Advogado aposentado, depois de militar durante quarenta anos nas comarcas da região cacaueira na Bahia.

Jornalista com passagem na imprensa do Rio de Janeiro, onde foi redator do “Diário de Notícias”, “Jornal do Comércio” e “O Jornal”. Ainda no Rio de Janeiro, de 1966 a 1971, colabora com artigos e contos nas revistas “A Cigarra”, “Cadernos Brasileiros” e “Leitura”; no “Jornal do Escritor”, “Jornal de Letras”, suplementos literários do “Jornal do Comércio” e “Jornal do Brasil”. Nos últimos trinta e cinco anos, colaborações suas aparecem na “Revista da Bahia” (Salvador), revistas “Exu”, da Fundação Casa de Jorge Amado (Salvador), “Quinto Império”, do Gabinete Português de Leitura (Salvador), “Iararana” (Salvador), “Cultural A Tarde”, do jornal “A Tarde” (Salvador), “O Escritor”, da União Brasileira de Escritores (São Paulo), “Jornal da Manhã” (Sergipe), “Tribuna do Escritor” e “Rio Artes” (Rio de Janeiro), “Suplemento Literário de Minas Gerais” (Belo Horizonte), Revista de Literatura Brasileira (São Paulo) e “Literatura” ( Brasília). Contista, poeta, cronista, novelista, ensaísta, autor de livros infantis, organizador de antologia.

Já publicou 50 livros, possui inúmeros prêmios literários, e, entre eles, o Prêmio Nacional de Ficção Afonso Arinos, concedido pela Academia Brasileira de Letras para o livro "Os Brabos", o Prêmio Jabuti (menção honrosa) para “Os Recuados”, o Prêmio da Associação Paulista de Críticos de Arte para “O Menino Camelô”, poesia infantil, e, com o “Cancioneiro do Cacau”, o Prêmio Nacional Ribeiro Couto da União Brasileira de Escritores, Rio de Janeiro, para livros inéditos, e o Prêmio Internacional de Poesia Maestrale Marengo d’Oro, Gênova, Itália.

Distinguido com os títulos da Ordem do Mérito da Bahia e Personalidade Cultural da União Brasileira de Escritores, Rio de Janeiro. Participa em várias antologias internacionais do conto, como “Visões da América Latina”, publicada na Dinamarca, na qual estão inclusos, entre outros, Jorge Luís Borges, Alejo Carpentier, Miguel Angel Astúrias, Juan José Arreola, Julio Cortázar, José Donoso, Mario Vargas Llosa, Juan Carlos Onetti, Juan Rulfo, Mário de Andrade, Aníbal Machado e Clarice Lispector, e “Narradores da América Latina”, editada na Rússia, na qual figuram, entre outros, Julio Cortázar, Mario Benedetti, René Marques e Rosário Castellanos. Poemas seus foram incluídos na antologia “Poesia do Mundo 3”, organizada por Maria Irene Ramalho de Sousa Santos, da Universidade de Coimbra, publicada em Portugal, com tradução de Manuel Portela para o inglês, reunindo poetas de dezesseis países.

O nome de Cyro de Mattos figura em obras como “Novo Dicionário da Língua Portuguesa”, de Aurélio Buarque de Holanda Ferreira, “Dicionário Literário Brasileiro”, de Raimundo de Menezes, “Enciclopédia de Literatura Brasileira”, de Afrânio Coutinho, “Literatura e Linguagem”, de Nelly Novaes Coelho, “Navegação de Cabotagem”, de Jorge Amado, “Bibliografia Crítica do Conto Brasileiro”, de Celuta Moreira Gomes e Theresa da Silva Aguiar, e “Enciclopédia Barsa”. Sua obra vem recebendo estudos nas universidades.

Participou como convidado do III Encontro Internacional de Poetas da Universidade de Coimbra, Portugal, em 1998. Da Feira Internacional do Livro de Frankfurt em 2010 quando autografou a antologia poética “Zwanzig von Rio und andere Gedichte”, publicada pela Projekte-Verlag, de Halle, com tradução de Curt Meyer Clason. E do XVI Encontro de Poetas Iberoamericanos da Fundação Cultural de Salamanca, Espanha, em 2013. Possui livros pessoais publicados em Portugal, França, Alemanha e Itália.

A obra de Cyro de Mattos tem sido reconhecida pelos críticos como significativa e, pela versatilidade que alcança em sua expressividade, linguagem adequada e moderna, já faz parte da literatura brasileira contemporânea. Seus contos e poemas participam de mais de 50 antologias, no Brasil e exterior. Pertence à Academia de Letras da Bahia e é Membro Titular do Pen Clube do Brasil.
 
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» Fiodor Mikhailovich Dostoievski

Já na estreia, com "Gente Pobre", publicado quando Dostoievski tinha apenas 25 anos, o crítico mais influente da Rússia, Vassilión Bielínski, vaticinou o surgimento de um gigante da literatura, comparável a Gógol e Pushkin, considerados os maiores escritores da Rússia. Recebido como “a primeira tentativa de se fazer um romance social” no país dos czares, "Gente Pobre" entretanto já prenunciava a incisiva e subterrânea sondagem psicológica da humanidade ‘humilhada e ofendida’ que se observa em todos os seus romances, e que levou o pai da psicanálise, Sigmund Freud, a considerar "Os Irmãos Karamazov" (1879) a “maior obra da história”.

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