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O tambor subterrâneo
Página publicada em: 17/02/2022
Erorci Santana - R$60,00 (192 pág.)
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"Erorci Santana vem mapeando o humano, o social e o político com uma abordagem que recorre ao campo das experiências pessoais e das suas raízes no interior de Minas, lá onde Penha do Cassiano ou Governador Valadares se transformam nas suas míticas Macondo, Komala ou Yoknapatawpha, onde é possível vislumbrar, entre o sagrado e o profano, entre vida & morte, um mosaico surreal que nos comove." (Continue lendo este texto das orelhas do livro, da lavra de Ronaldo Cagiano)
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Safra poética calcada numa linguagem que funde o erudito e o popular, O tambor subterrâneo explicita um olhar agudo no quotidiano e incorpora uma imersão lírico-crítico-reflexiva de Erorci Santana sobre o vasto mundo existencial. Nessa pluralidade de percepções, o poeta possibilita um trânsito simbiótico pelas paisagens humanas e urbanas, em cujo périplo temporal-psicológico reside a tentativa de compreensão do ser, a partir de suas raízes e referenciais, em que a territorialidade afetiva constitui matéria e circunstância para sua pulsão criativa.
Desde Maravilta e outros cantares, Erorci Santana vem mapeando o humano, o social e o político com uma abordagem que recorre ao campo das experiências pessoais e das suas raízes no interior de Minas, lá onde Penha do Cassiano ou Governador Valadares se transformam nas suas míticas Macondo, Komala ou Yoknapatawpha, onde é possível vislumbrar, entre o sagrado e o profano, entre vida & morte, um mosaico surreal que nos comove. Nessa recorrência a ambientes e atmosferas tão lúdicos e bucólicos, mantém-se fiel à dicção e à cultura intrínsecas à sua (con)vivência. As imagens fortes, corroboradas por uma arquitetura verbal sonora e harmônica, esboçam uma carga semântica que investe numa explicação metafórica e numa relação sensorial com os refluxos do inconsciente individual e coletivo.
Na via expressa da palavra, o universo tangível intercepta a instância do sensitivo e do onírico, possibilitando ao autor estabelecer um diálogo intenso (e dramático) entre o real, o imaginário e seus íntimos arquipélagos. Realiza um percurso que oscila entre a catarse e o apaziguamento, uma vez que ao visitar a sua/nossa complexa relação com o universo e as pessoas, expõe toda uma inquietação metafísica, em que o susto e as angústias pessoais são suavizados por um sopro de irreverência.
Com O tambor subterrâneo, verdadeira arqueologia de olhares e sentidos, Erorci Santana consolida-se como escritor nesse hegemônico e às vezes injusto cenário da literatura contemporânea brasileira, que tantas vezes negligencia boas obras e tantas outras incensa mediocridades. Seu talento e versatilidade são comprovados pelo sofisticado trabalho dessa escritura que faz um encontro entre tradição e vanguarda, impondo-se pela universalidade e abrangência temática e por um peculiar sentimento do mundo, integrando a linhagem daqueles verdadeiros estilistas, comprometidos com uma arte de alto nível. (Texto das orelhas - Ronaldo Cagiano)
 

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» Álvaro Alves de Faria

Já em 1971, ano da primeira edição do romance "O Tribunal" (Editora Martins-SP), Álvaro Alves de Faria, com apenas 29 anos de idade (nasceu em São Paulo em 1942), era considerado “um dos escritores jovens mais conceituados” do Brasil, como informa o jornalista Durval Monteiro nas orelhas do livro. Da Geração 60 de Poetas de São Paulo, Álvaro Alves de Faria publicou mais de 50 livros, incluindo poesia, novelas, romances, ensaios literários, livros de entrevistas com escritores e é também autor de peças de teatro, entre elas "Salve-se quem puder que o jardim está pegando fogo", que recebeu o Prêmio Anchieta para Teatro, um dos mais importantes dos anos 70 do Brasil. Como poeta, recebeu os mais significativos prêmios literários do país. É traduzido para o inglês, francês, japonês, espanhol, italiano, servo-croata e húngaro.

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