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Trilogia sobre futebol
Página publicada em: 13/02/2010
Lincoln Pinheiro Costa*
Fenômeno político, econômico e social, o futebol não se resume a uma disputa entre 22 homens, sobre isto reflete o Juiz Federal Lincoln Pinheiro Costa
Este ano veremos novamente uma curiosa demonstração de patriotismo que se repete a cada quatro anos, por ocasião da Copa do Mundo de Futebol.
 
Pessoas que no cotidiano demonstram pouco amor pelo país, falam mal do nosso povo e de nossa cultura, de repente se vêem tomadas por um acesso de brasilidade, enfeitam seus carros, suas casas e se preparam para defender o Brasil na frente da televisão.
 
Esse patriotismo com data marcada sempre foi aproveitado politicamente por regimes autoritários.
 
Em 1970, enquanto muitos brasileiros eram torturados nos porões da ditadura, o Regime pegava carona na popularidade da seleção canarinho.
 
Em 1978 foi a ditadura argentina que procurou faturar politicamente com o título conquistado pela seleção dirigida por Cezar Luiz Menotti.
 
A verdade é que o futebol profissional não se resume a uma disputa de 22 homens por uma pelota de couro: é um fenômeno político, econômico e social.
 
Ao longo do tempo, fruto destas reflexões, elaborei três artigos abordando estas três facetas do futebol, que agora reúno aqui no site da LetraSelvagem.
 
Em agosto de 2001 escrevi o primeiro artigo, intitulado “Serra Dourada, Vinte Anos”, analisando pelo prisma político o maior crime da história do futebol brasileiro.
 
Em maio de 2009, ao iniciar minha colaboração no Portal Fala Bahia (www.portalibahia.com.br/falabahia), publiquei o artigo “Pelo Fim dos Campeonatos Estaduais”, no qual dissertei sobre futebol pelo aspecto econômico.
 
Para completar a trilogia, publico agora o inédito “Futebol não é só a bola”, discorrendo sobre o futebol como fenômeno social.
 
Espero com estes artigos contribuir para que o esclarecido leitor que acessa o site da LetraSelvagem reflita sobre a importância do futebol para os brasileiros.
__________________
Lincoln Pinheiro Costa é Juiz Federal em Belo Horizonte e ex-Procurador da Fazenda Nacional em  Salvador. É graduado pela Faculdade de Direito do Largo de São Francisco (USP) e MBA em Direito da Economia e da Empresa pela FGV. É membro do Instituto San Tiago Dantas de Direito e Economia. http://twitter.com/lincolnpinheiro

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» Hernâni Donato

Hernâni Donato já foi chamado de "o homem dos sete instrumentos". Isto porque, aos 89 anos de idade, membro da Academia Paulista de Letras, é autor de mais de 70 livros, nos mais variados campos da atividade humana, indo da literatura infanto-juvenil à biografia, da historiografia aos costumes, da pesquisa à divulgação científica. Entre as numerosas traduções que realizou, destaca-se a da "Divina Comédia", de Dante Alighieri, em prosa e para divulgação entre o povo. Mas foi no romance que se deu a perfeita combinação do observador minucioso, na linha do cientista social, com o escritor de estilo claro e elegante. É o autor de "Selva Trágica", "Chão Bruto", "Rio do Tempo", "O Caçador de Esmeraldas" e "Filhos do Destino", sucessos editoriais nas décadas de 1950 e 60. Alguns críticos, como Abdias Lima (“Correio do Ceará”, 2/2/1977, Fortaleza, CE), aproximaram Hernâni Donato de Erskine Caldwell e John Steinbeck, a geração norte-americana da revolta, o Caldwell de "Chão Trágico" e o Steinbeck de "As Vinhas da Ira".

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