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Erorci Santana
Página publicada em: 06/03/2022
Erorci Santana (Erorci Ferreira Santana) nasceu em 23 de junho de 1960, no distrito de Penha do Cassiano, Comarca de Governador Valadares, Estado de Minas Gerais, Brasil. Conforme escreve escritor e crítico Ronaldo Cagiano nas orelhas do livro: "Com O tambor subterrâneo, verdadeira arqueologia de olhares e sentidos, Erorci Santana consolida-se como escritor (...). Seu talento e versatilidade são comprovados pelo sofisticado trabalho dessa escritura que faz um encontro entre tradição e vanguarda, impondo-se pela universidade e abrangência temática e por um peculiar sentimento do mundo, integrando a linhagem daqueles verdadeiros estilistas, comprometidos com uma arte de alto nível".
Imagem
Mora em São Paulo (SP) desde 1974. Exerceu cargos de direção e editou o jornal O Escritor, na União Brasileira de Escritores (UBE). Poeta, publicou as obras em livro: Carnavras (Edição do autor, São Paulo, 1986); Estatura leviana (Edição do autor, São Paulo, 1989), Concertos para rancor (Scortecci Editora, São Paulo, 1993) e Maravilta e outros cantares (Alpharrabio Edições, Santo André/SP, 2001). Promotor cultural, coordenou oficinas de poesia na Oficina Cultural “Luiz Gonzaga” e foi membro da comissão julgadora do Mapa Cultural Paulista, categoria Literatura, projetos da Secretaria de Estado da Cultura, em São Paulo. Coordenou encontros de escritores em âmbito estadual e nacional, realizados pela UBE. É servidor público aposentado do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo. Mestre em Letras com proficiência em língua e literaturas espanhola e hispano-americana pela Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP).
 
"Por que bato minhas latas no arrabalde?
O que vim fazer aqui?
Eu vim buscar a musa trôpega
da canção brega, meninos e meninas diáfanos,
feitos de bolha de sabão; recusar mais uma vez
a carne tenra dos jovens junkies assassinados,
vim sondar os arpejos dos idílios pobres,
saídos do tinteiro de algum Shakespeare."
 
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Autor

» Adelto Gonçalves

Jornalista com passagem em alguns dos maiores órgãos da Imprensa de São Paulo, professor univeresitário com doutorado pela USP (Univesidade de São Paulo), especialista em Literatura Portuguesa e Espanhola, autor de ensaios premiados, é também excelente ficcionista, como se pode comprovar neste romance "Os vira-latas da madrugada", um dos livros premiados, em 1980, no concurso de âmbito nacional promovido pela Livraria José Olympio Editora, que o lançou em 1981, e, trinta e quatro anos depois, é reeditado pela LetraSelvagem. "Adelto Gonçalves tem o dom de fazer viver suas personagens, convencendo o leitor de seu valor humano, mesmo quando suas ações, como as de Pingola e Quirino, lhe repugnem", escreveu Maria Angélica Guimarães Lopes, professora emérita da Universidade South Carolina, em resenha publicada na "Revista Iberoamericana", do Instituto Internacional de Literatura Iberoamericana, Universidade de Pittsburg, EUA, janeiro de 1985.

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